Candidato à Eleição 2018 Precisa de Inscrição no CNPJ

O prazo para obtenção do CNPJ se encerra as 19h do dia 15 de agosto

Todos os candidatos à cargos políticos eletivos devem inscrever-se no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É o denominado CNPJ de campanha.

A Receita Federal informa que não há necessidade de comparecimento a uma de suas unidades para a obtenção do número de CNPJ.

Os sistemas da Instituição são integrados aos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de modo que, após a apresentação do registro de candidatura à Justiça Eleitoral, o número de CNPJ é gerado automaticamente pelos sistemas do TSE.

O prazo para a inscrição no CNPJ de campanha, que é o mesmo do registro junto ao TSE, se encerra às 19h do dia 15 de agosto de 2018.

Essa determinação tem por base a Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 6 de maio de 2016, e a Resolução TSE nº 23.553, de 18 de dezembro de 2017.

Fonte: site RFB – 03.08.2018

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Começa a 2ª Etapa do eSocial para Milhões de Empresas

Conforme cronograma aprovado pelo Comitê Gestor, a partir de 16.07.2018 começa a inclusão de milhões de pequenas e médias empresas ao eSocial.

Além dos dados da folha de pagamento, se exigirá as informações referentes à tabela de ambientes de trabalho, comunicação de acidente de trabalho, monitoramento da saúde do trabalhador e condições ambientais do trabalho.

A medida abrange, nesta segunda etapa, as empresas privadas do país – que possuam faturamento anual inferior a R$ 78 milhões.

De acordo com a Resolução CGES nº 4/2018 há opção para os micro e pequenos empregadores e MEIs incluírem os dados para o sistema somente em novembro/2018. No entanto, os empregadores deste grupo que tiverem interesse em ingressar no eSocial desde já, também terão acesso ao sistema a partir de 16.07.2018.

Em janeiro de 2019, o eSocial será obrigatório para o Segurado Especial e o pequeno produtor rural pessoa física.

Também em janeiro/2019 haverá, para as pequenas e médias empresas, a substituição da Guia de Informações à Previdência Social (GFIP) pelo eSocial e a inserção de dados de segurança e saúde do trabalhador no sistema.

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Boletim Jurídico 10.11.2016

Data desta edição: 10.11.2016

IMPUNIDADE
PL 3636 é Um Golpe à Lava-Jato
DESTAQUES
Contestação do FAP/2017 Termina em 30/Nov
Condomínio Pode Acionar CDC
SP Lança Crédito Digital para Empresas
MAPA JURÍDICO ONLINE
Mandado de Procedimento Fiscal – MPF
Contrato Aleatório
Segurados da Previdência Social – Classificação
TRIBUTÁRIO
Suspensão de Tributos
Que é Recurso Hierárquico Administrativo?
Receita Bruta – Conceito Tributário
TRABALHISTA
Novembro: Mês do Adiantamento do 13º Salário
Empregado Doméstico Pode Permanecer na Residência do Empregador nas Férias?
ARTIGOS E TEMAS
RERCT Atinge Objetivos da Receita Federal
Novas Mudanças nos Benefícios de Auxilio Doença e Aposentadoria por Invalidez
NORMAS LEGAIS
Caixa Regulamenta Promoções e Sorteios Filantrópicos
Reveja as Principais Normas Legais Editadas em Outubro/2016
PUBLICAÇÕES PROFISSIONAIS ATUALIZÁVEIS
100 Ideias Práticas de Economia Tributária
CLT Anotada e Atualizada
Terceirização com Segurança

Alerta: PL 3636 é Um Golpe à Lava-Jato

Equipe Mapa Jurídico – 09.11.2016

Está na Câmara dos Deputados a análise do Projeto de Lei (PL) 3636, sob o regime de urgência.

Malfadado PL altera a Lei 12.846/2013, e a Lei 8.429/1992, para permitir que o Ministério Público (MP) e a Advocacia Pública celebrem acordo de leniência, de forma isolada ou em conjunto, no âmbito do art. 16 da Lei 12.846/2013.

Ou seja, os acordos não precisariam mais da participação do MP para serem celebrados.

Desta forma, um dos efeitos de eventual conversão em lei seria a extremada concentração de poderes no Poder Executivo e de enfraquecimento dos órgãos independentes, como TCU e MPU, nos acordos de leniência. Corre-se o risco que os interesses particulares se sobreponham à moralidade pública, em detrimento de uma análise mais rigorosa dos quesitos da delação.

Portanto, para fins de investigações da Lava-Jato, em andamento, o PL 3636 é uma temeridade, ao afrouxar as rédeas dos mecanismos atuais da delação. Segundo avaliações, da forma que está, a PL 3636 poderia esvaziar substancialmente a principal delação em andamento na investigações atuais, a da empresa Odebrecht e seus quase 80 executivos.

Outro detalhe é que a proposta ainda livra as pessoas envolvidas no esquema de corrupção de qualquer sanção penal caso a empresa feche um acordo de leniência.

Deltan Dallagnol afirma à imprensa que: “isso impacta todo o cenário de negociação de acordo de leniência, que pode implicar inclusive no desinteresse de empresas em trazer novos fatos e informações novas sobre crimes que não foram descobertos. Se for aprovado esse substitutivo que circulou a esse projeto, a Lava Jato estará ferida de morte”.

Recomenda-se, em nome da moralidade pública, que o público repudie veementemente, junto aos parlamentares, esta iniciativa.

Os contatos dos deputados de cada bancada estadual podem ser obtidos no link:

http://www2.camara.leg.br/deputados/pesquisa

Manifeste-se! O Brasil precisa acabar com a corrupção!

STJ Alerta Sobre Golpe do Processo Judicial

A Coordenadoria de Atendimento Judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) alerta sobre tentativas de golpe que vêm sendo empreendidas por supostos escritórios de advocacia com base em informações relacionadas a processos em trâmite ou que tramitaram na corte.

Nos últimos dias, várias pessoas procuraram a Seção de Atendimento ao Cidadão para conferir a procedência de notícia recebida por carta ou telefonema de supostos advogados.

Eles relatam êxito em ações ajuizadas para receber valores dos planos de previdência privada da extinta Capemi ou das cadernetas de poupança submetidas a expurgo de correção monetária nos planos econômicos dos anos 1980/90, principalmente o Plano Collor.

Em todos esses casos, os autores da mensagem informam que a vítima (ou um de seus familiares) foi beneficiada com somas expressivas, resultado do julgamento final do processo no STJ, mas que para receber o dinheiro, é preciso depositar em determinada conta os valores de custas judiciais, honorários advocatícios e outras despesas.

Os golpistas têm utilizado números de processos reais e fornecem o telefone do tribunal para que a vítima possa verificar sua autenticidade.

No entanto, conforme se constatou nas situações mencionadas, as pessoas procuradas pelos supostos advogados nem sequer faziam parte do processo, o que evidencia se tratar de fraude.

STJ – 11.04.2016

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Golpe do Boleto – Cobranças de “Anuidades do INPI”

Nossa empresa acaba de receber um boleto, via correio, de uma suposta cobrança de anuidade do “Centro Empresarial de Marcas”, no valor de R$ 275.

Trata-se de um velho golpe existente contra empresas idôneas, que possuem registros no INPI. O órgão tem avisado repetidamente a usuários de registros de marca que que não existe esta determinação legal para “anuidades” e que todos os valores relativos aos seus serviços prestados encontram-se disponíveis no SITE oficial: http://www.inpi.gov.br.

Tendo em vista a insistência e descaramento de tais “empresas” em enviar boletos para usuários do INPI, cabe o aviso e eventual denúncia dos atos dos golpistas às autoridades, como tentativa de estelionato.